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Devaneios Menstruados

Tudo o que aqui escrevo é real, por vezes um pouco exacerbado, outras vezes floreado. São os meus devaneios menstruados, as minhas histórias de vida, o emaranhado de cabos que forma a minha mente!

Tudo o que aqui escrevo é real, por vezes um pouco exacerbado, outras vezes floreado. São os meus devaneios menstruados, as minhas histórias de vida, o emaranhado de cabos que forma a minha mente!

Trump para crianças – Um conto infantil

ERA UMA VEZ três porquinhos que viviam nos Estados Unidos da América com os seus pais. Um dia, como já estavam muito crescidos, decidiram ir viver cada um em sua casa.

Os porquinhos procuraram um bom lugar para construir as suas casas e, assim que o encontraram, cada um começou a fazer a sua própria casa.

O porquinho mais novo, era o que tinha poupado menos das suas semanadas e o mais pobre dos três, fez a sua casa muito rapidamente e com pouco dinheiro, usando palha.

O porquinho do meio, ansioso por comprar materiais um pouco melhores, gastou mais dinheiro que tinha poupado e que tinha ganho no seu part-time numa cadeia de fast-food. Comprou madeira e depressa construiu uma casa.

O porquinho mais velho, que era o mais capitalista, investiu dinheiro em ações e jogou com o mercado, comprou materiais melhores e disse:

- Vou construir a minha casa de tijolos. Assim terei uma casa muito resistente para me proteger do lobo mau e irei colocar o meu nome na porta: “TRUMP”.

Demorou tempo a construir a casa, criou uma marca com o seu nome e, no fim, estava muito orgulhoso dela, ignorando os seus irmãos mais pobres. Passado uns tempos resolveu capitalizar a sua casa, vendendo-a a outro porquinho.

Um dia andavam os três porquinhos (o mais novo, o do meio e o comprador da casa de tijolos) na lufa-lufa quotidiana, sem tempo para nada, quando aparece o lobo mau:

- Olá! Vejo três

deliciosos porquinhos à minha frente.

Ao verem o lobo mau, fugiram, cada um para a sua casa.

O lobo, que estava cheio de fome, chegou ao pé da casa do porquinho mais novo, e disse:

- Cheira-me a porquinho! Sai daí que eu vou-te comer! Se não saíres, deito a tua casa de palha abaixo...

E vendo a casa de palha à sua frente, soprou tão forte, que fez a casinha ir pelo ar!

O porquinho assustado correu e passou a fronteira para o México. E o lobo mau construiu um muro na fronteira.

A seguir o lobo foi a casa do porquinho da classe média:

- Cheira-me a porquinho! E eu estou com tanta fome que te vou comer.

E com dois sopros, conseguiu deitar a casa de madeira abaixo. O porquinho fugiu para outro Estado e ergueu outra casa.

O lobo, vendo que tinha aniquilado os outros dois porquinhos foi a casa do porquinho capitalista e exclamou, louco de alegria:

- Cheira-me a porquinho! Vem já à janela!

O porquinho vem à janela e diz:

- Trump? És tu? Que cabelo é esse? Estás cor de laranja! Foste ao solário?!

O lobo Trump manteve o silêncio.

-  Deixaste de ser um porquinho capitalista como eu e agora és o lobo mau.

Então o lobo Trump encheu o peito de ar e soprou com toda a força que tinha, mas a casinha de tijolos não se mexeu nem um bocadinho. Aliviado, o porquinho saltou de contente. Mas o lobo não desistiu, e disse:

- Não consegui deitar a casa de tijolos abaixo nem derrubar a sua porta mas eu tenho outra ideia…

Foi até à porta da casa de tijolos, retirou o nome dele da porta e deixou aquele porquinho em paz.

 

 

Deste lobo mau, ainda muito se vai ouvir falar.